| CHINA: potencialidades reais e imaginárias |
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| Written by Diógenes Lima Neto |
| Quinta, 08 Abril 2010 19:43 |
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Hoje, esta importante nação se impôs como a segunda economia mundial. Que a China é um país continental, com potencial enorme de recursos naturais, bem como de recursos humanos, isto todos nós sabemos. No entanto, exatamente pelos mesmos motivos, trata-se de um país com demandas as mais variadas e em níveis nunca antes vistos. Nos últimos anos, temos visto a China apresentar índices altíssimos de crescimento econômico. Países tradicionalmente economicamente mais poderosos, como EUA, Inglaterra e França, entre tantos outros, não têm sido páreo para o “Dragão Chinês”. Observemos o gráfico a seguir: Figura 1 - Crescimento do PIB Chinês – Desenvolvimento Sustentado (Fonte: CCIBC, 2009) É bem verdade que o nível de confiança nas informações oriundas daquelas terras é bastante discutível, dado o fato de que tudo naquele país é fortemente controlado pelo Estado, sobrando pouco (ou nenhum) espaço para fontes imparciais de dados e análises. Atrelado a todos estes aspectos, há ainda a questão ambiental, que, mais uma vez, dada a imensa população chinesa e suas necessidades, trata-se de um desafio gigantesco: como atender a toda esta demanda reprimida sem arruinar seu meio ambiente? De qualquer forma, há perguntas mais ou tão sérias a serem respondidas: § Como pode (se é que pode) este rápido crescimento econômico ser mantido? § O que pode ser feito para diminuir a distância entre o desenvolvimento social da China e o do resto do mundo? § Por quanto tempo conseguirá o governo chinês manter uma abordagem ditatorial sobre sua população e, ao mesmo tempo, manter um desenvolvimento social tão baixo? § Será que a população chinesa quer, ou algum dia vai querer, mudanças democráticas como as entendemos? § Tendo em vista que as redes de comunicação, especialmente aquelas apoiadas na internet, propiciam alavancagens espantosas de conhecimento e negócios, conseguirá o governo chinês conter a “terceira onda” antevista por Alvin Tofler, ainda em 1980? São perguntas difíceis, sem dúvida nenhuma, mas suas respostas influenciarão o mundo, e os negócios, por pelo menos 100 anos. De qualquer forma, ignorar um movimento estratégico em direção à China é renegar o próprio futuro da empresa. |







